Dhauz junta-se a Quantum Rise

Análise 2025: a evolução do CX na era da IA

Configura uma análise dos aprendizes de 2025 sobre a evolução do CX, com o apoio de IA, dados e casos 

Escrito por: Júlia Ortolan

2025 consolidou a inteligência artificial como pilar estratégico da experiência do cliente. Mais do que autonomia, vemos a IA assumir um papel central na personalização da jornada, no momento de eficiência operacional e na elevação da percepção de valor pelo cliente.

Ao longo do ano, a IA deixou de ser apenas suporte tecnológico e passou a orquestrar experiências, combinando dados, contexto e tomada de decisão em tempo real.

Personalização como diferencial competitivo 

No último ano, a personalização deixou de ser possível nas estratégias de marketing. Dados indicam que 68% dos consumidores brasileiros afirmam que experiências personalizadas influenciam diretamente suas decisões de compra. Empresas que souberam exploram dados com IA sairam na frente.

Um exemplar relevante é o PicPay, que aotou IA generativa no atendimento ao cliente, considerando histórico de uso, produtos, saldo e interações anteriores para oferecer respostas altamente contextualizadas. O impacto foi direto: mais de 40 pontos de apoio no NPS, reforçando a conexão entre IA bem aplicada e percepção de valor.

IA Copilot e agentes inteligentes ampliando produtividade 

Outro avanço importante em 2025 foi o uso de IA Copilot e agentes inteligentes como extensões das equipes humanas.

A Alpargatas, por exemplo, utilizou agentes de IA para análise de tendências e apoio na criação de briefings de produtos, como no portfólio da Havaianas, para acelerar processos e aumentar o nível estratégico das decisões.

Não Setor financeiro, bancos como Itaú e Banco Inter avançaram no uso de IA para atendimento inteligente, prevenção a fraudes e suporte proativo, reduzindo fricções em jornadas críticas e aumentando confiança do cliente.

CX omnicanal, conversacional e integrado 

A omnicanalidade ganhou um novo patamar. O Revista Luiza (Magalu) Avançou para uma experiência conversacional e multimodal, permitindo que o cliente interaja com agentes de IA e realize compras de forma fluida em diferentes canais, incluindo WhatsApp, sem perder contexto ao longo da jornada.

Já bancos digitais como Inter e Nubank seguiram evoluindo seus assistentes inteligentes para resolver demandas de cásos complexos, reforçando segurança, autonomia do cliente e experiência digital de ponta.

O principal destinatário de 2025 

A IA deu de ser diferente tecnológico e passou a ser um capacitador estratégico de experiências mais inteligentes, personalizadas e humanas. As empresas que mais aventuraram foram aquelas que usaram IA com clareza de propósito, dados bem estruturados e foco real no cliente.

Tendência global 

Em 2026, a IA evolui de ferramenta para orquestradora da experiência do cliente. Agentes mais autônicos, proativos e multimodais vão antecipar necessidades, resolvedores jornadas completas e integradores canadenses em tempo real. O diferente deixará de ser a tecnologia e passará a ser como as empresas desenham experiências intencionais, humanas e orientadas a valor, com governo e confiança no centro.

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